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Sintsep/MS indica servidores como testemunhas em ação sobre uso de DDT

24 de Abril de 2026 às 15:59

A ação judicial que trata do manuseio de DDT por servidores no combate às endemias, durante o exercício de suas funções, teve um andamento importante nos últimos dias.

O processo está em fase de produção de provas — etapa decisiva para o esclarecimento do que ocorria com os trabalhadores expostos ao DDT. Segundo a ação, servidores foram intoxicados por vias aéreas e cutâneas, sofrendo danos à saúde e sociais, incluindo o desenvolvimento de doenças como o câncer, além de casos de mortalidade precoce, entre outros prejuízos.

O Sintsep/MS solicitou a produção de prova testemunhal e indicou nomes de diversos servidores que atuaram diretamente no manuseio do DDT para depor em juízo, em data a ser definida pelo juiz responsável pelo caso.

O objetivo é comprovar, por meio de relatos diretos, como era realizado o manuseio do produto na rotina diária das atividades em campo ao longo dos anos, evidenciando a exposição sem a devida orientação e sem proteção adequada à saúde dos trabalhadores.

Por outro lado, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) informou à Justiça que não pretende produzir novas provas no processo.

Agora, caberá ao juiz analisar os pedidos apresentados pelas partes e decidir se a produção de prova testemunhal será autorizada. Também será avaliado se ainda há pontos que precisam ser esclarecidos no andamento da ação.

Essa fase é considerada fundamental, pois orienta o rumo do processo e pode influenciar diretamente no resultado final.

Para mais informações, os interessados podem entrar em contato e agendar atendimento nos plantões jurídicos, realizados às terças e quintas-feiras, no período da manhã, na sede do Sintsep/MS, em Campo Grande.

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